Este é o roteiro e resumo da viagem que fiz durante duas semanas pelas cidades de Budapeste, Viena, Cesky Krumlov e Praga:

Dia 01 – Cheguei em Budapeste 11:15, fui até o hostel de metrô+ônibus. À tarde participei de um Free Walking Tour, deu para ver diversos pontos legais, como a Ponte das Correntes, o Palácio Real e o Bastião dos Pescadores, e ter uma ideia geral da região turística da cidade.

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Dia 02 – Conheci a belíssima Sinagoga de Budapeste, em uma visita guiada emocionante. Conheci a Catedral e subi na sua cúpula. Depois, mais uma atração carregada de emoções fortes: a Terror Háza. Para relaxar depois, fui ao banho termal Széchenyi.

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Banho termal Széchenyi.

Dia 03 – Conheci o Shoes on the Danube Bank, caminhei ao redor do Parlamento curtindo seus detalhes e segui até a ponte Margit. Atravessei para o lado de Buda e vim pela beira do rio para ver de frente o Parlamento. Subi para o Palácio Real e visitei o Museu de História de Budapeste. Peguei um tram até a Ponte da Liberdade e a atravessei para almoçar no Mercado Central. Depois disso tudo, ainda subi na Citadella.

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Dia 04 – Comecei o dia passando algumas horas no banho termal de Gellért. À tarde, fui participar de mais um free walking tour, dessa vez com a temática de comunismo, foi bem interessante. À noite fui ver a Ponte das Correntes, o Palácio Real e o Parlamento iluminados.

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Dia 05 – Cedinho peguei um trem para Viena. Deixei minhas coisas no hostel e rumei para o centro da cidade. Me juntei a um free walking tour – ótima maneira de ter um primeiro contato com o local! Passamos pelo Palácio de Hofburg, rua Graben, Casa de Mozart e terminamos na Catedral de Santo Estêvão. Depois, fui à Votivkirche, passei pela Prefeitura e pelo Parlamento e assisti a um concerto grátis no Museumsquartier.

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Entardecer no Museumsquartier.

Dia 06 – Conheci o excelente Museu Albertina. Fui de tram até Hundertwasserhaus e voltei para a região central. Fiz as visitas do Museu Sissi e da Biblioteca Nacional.

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Um dos edifícios de Hofburg, onde ficam o Museu Sissi e a Biblioteca Nacional.

Dia 07 – Boa parte do dia foi tomada para conhecer o espetacular Palácio de Schönbrunn e seus jardins.

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Schonbrunn e seus imensos jardins.

Dia 08 – Visitei o museu que fica no “alto” do Palácio Belvedere, além de seus jardins. Almocei no Naschmarkt. Mais tarde, fui à Donauturm – vista incrível dos arredores! Dei mais uma passeada pela região próxima a Hofburg.

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Palácio Belvedere.

Dia 09 – Peguei um shuttle que me levou até Cesky Krumlov, cheguei lá aproximadamente meio-dia. Subi ao Castelo e na sua torre, fora isso caminhei muito por dezenas de ruas lindas que ofereciam cada uma um ângulo da cidade mais espetacular que o outro. Como essa viagem foi a dos “walking tours” 😀 , participei de um, porém diferente: foi à noite e com a temática de fantasmas – simplesmente fantástico!

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Cesky Krumlov linda e maravilhosa!

Dia 10 – Explorei mais Cesky Krumlov e no fim da manhã peguei um ônibus para Praga. Fui direto à Cidade Velha e (adivinha?) me juntei a um free walking tour, mas não gostei do guia e abandonei na metade. Atravessei a Ponte Carlos e passeei por aquele pedaço da cidade, até chegar de volta ao hostel.

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Castelo de Praga e Ponte Carlos.

Dia 11 – Subi de tram até o Mosteiro de Strahov e conheci sua biblioteca. Depois, várias horas foram usadas para explorar o Castelo de Praga (Catedral de São Vito, Golden Lane, entre outros). Desci até o John Lennon Wall e depois subi a Torre Lesser da Ponte Carlos.

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Catedral de São Vito, no Castelo de Praga.

Dia 12 – fiz o tour de atrações do bairro judeu: Sinagoga Pinkas, Cemitério Judeu e Sinagoga Espanhola, e depois fui até a Wenceslas Square. Mais tarde fui conhecer a Dancing House e a escultura “Cabeça de Franz Kafka”, e dei mais uma bela caminhada pela Cidade Velha.

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Cemitério judeu.

Dia 13 – fiz mais uma tentativa (com outra empresa) de free walking tour, e dessa vez foi bem legal. Voltei para o hostel para deixar minhas coisas arrumadas (aquela parte chata da viagem) e mais tarde saí para ver a noite caindo sobre a cidade: comecei no Castelo de Praga, fui descendo, atravessei a Ponte Carlos e subi a Torre Old Town – espetacular maneira de me despedir da cidade.

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Dia 14 – 3:30 da manhã um taxista me buscou no hostel e me levou até o aeroporto. Voos Praga-Lisboa e Lisboa-Porto Alegre e fim de viagem!

 


 

Foram quatro pernoites em Budapeste, quatro em Viena, uma em Cesky Krumlov e quatro em Praga. O tempo que passei em cada uma das cidades foi bem apropriado para fazer tudo com calma. Não esgotei as atrações turísticas de nenhuma delas, mas conheci tudo o que eu queria e tive bastante tempo livre para fazer uma das coisas que mais me agradam quando viajo: caminhar sem pressa olhando os prédios, detalhes das ruas e movimento de pessoas. Dá tranquilamente para conhecer os mesmos lugares em menos dias, se alguém tiver menos tempo ou se quiser encaixar mais cidades no roteiro.

 

Algumas considerações:

  1. Julho / agosto é o período de altíssima temporada. Fui nessa época pois era quando eu podia, mas aconselho fortemente a quem puder evitar esse período, que vá em outros meses.
  2. Ainda sobre o período de julho e agosto: faz muito calor! Vemos muitas vezes imagens destas cidades no inverno abaixo de neve, e não imaginamos que no verão elas podem ser tão quentes. Em Budapeste, especialmente, as temperaturas ficavam ao redor dos 35º diariamente! Já em Praga, após um dia de bastante chuvas, a temperatura caiu para perto de 16º. Então, é bom ter uma certa versatilidade nas roupas da bagagem.
  3. Muita gente vai a Cesky Krumlov de bate-volta a partir de Praga. Até acho que vale a pena encarar três horas de ida mais três horas de volta para conhecer essa cidade, mas eu fiquei uma pernoite lá e foi, sem dúvida, a melhor coisa destas duas semanas de viagem. Recomendo que pensem com carinho nesta possibilidade.
  4. Me senti extremamente segura em todas essas cidades. Ninguém me olhando estranho, nenhuma piadinha por verem uma mulher sozinha, nenhum vendedor malandro empurrando de maneira desagradável um produto ou serviço. Claro, alguns lugares de maior movimento requerem atenção com os batedores de carteira, mas de resto, eu andava pela rua de dia ou de noite, com a câmera fotográfica pendurada no pescoço e não me senti insegura por nenhum momento.
  5. Sendo mais específica na questão mulher x segurança, acho que foi uma excelente escolha para viajar sozinha e recomendo às mulheres que querem fazer uma viagem solo, mas tem receio.
  6. Sobre viajar sozinha: todo mundo deveria fazer isso pelo menos uma vez na vida. Eu já tinha viajado sozinha, mas somente dentro do Brasil e há mais de dez anos atrás. Então, foi uma experiência sensacional! Primeira vez sozinha no exterior, em países que eu ainda não conhecia, com culturas novas para mim. É uma vivência indescritível. Não se trata de ser melhor ou pior que viajar com companhia, é um lance completamente diferente!

 


 

Estes são os posts que contam essa viagem em mais detalhes:

 


 

Boas viagens a todos!